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Coletivo DOMA (Argentina)
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DOMA é um grupo de artistas de Buenos Aires que irrompeu na cena local de arte urbana em 1998 através de stencils, instalações urbanas, projeções nas ruas e campanhas absurdas. Seus membros são formados na FADU, UBA Cidade Universitária, onde hoje alguns trabalham como docentes. Estudaram design gráfico e audiovisual para depois se dedicarem à arte. Especializaram-se em ilustração, animação, instalação, objetos e bonecos animados.
Ao longo de sua história, foram desenvolvendo diversos personagens e universos que adquiriram vida mais tarde, com as diferentes especializações do grupo. Caracterizam-se por seu estilo irônico conceitual e de grande impacto visual, que os leva a percorrer o mundo apresentando seu trabalho em publicações importantes, conferências, galerias e exposições, ganhando o reconhecimento a nível internacional.
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Felipe Sztutman (Brasil)
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Nascido em São Paulo, em 30 de novembro de 1986. Entre módulos coloridos de lego e a massa da argila que acompanharam sua infância, sonhava ser inventor. Cursou colegial técnico em Mecatrônica (COTUCA – Unicamp) e faz graduação em design na FAU/USP. Em 2007, executou seus primeiros trabalhos em vídeo. Ingressou no estúdio BijaRi e passou a desenvolver trabalhos como VJ. Essa experiência lhe permitiu somar conhecimentos de programação visual com a manipulação de vídeos em tempo real e abriu caminho para o live-cinema, formato com o qual se apresentou em 2008 junto do coletivo Maxifagia no Itaú Cultural com a performance Entropicália.
Pesquisa possibilidades de extrapolar a bidimensinalidade no vídeo e tem interesse por psicologia da percepção. A tríade mecatrônica, design e vídeo indica o caminho para a arte digital, no qual o “objeto em forma de espaço” registra sua primeira incursão. Desenvolve junto ao professor Almir Almas, na ECA/USP, a nova interface do site IPTV/USP, portal responsável por reunir toda a produção de vídeo da universidade.
Em 2009, abre o Lab-Office New York Visualists, onde desenvolve trabalhos comerciais e pesquisas junto a Rodrigo Bellotto e Gian Spina.
Em 2010 desenvolveu videocenários para a Companhia de Dança Cisne Negro e Nau de Ícaros, além de, junto com o estúdio BijaRi, ter composto o videocenário da Ivete Sangalo para o gravação do DVD Ivete Sangalo no Madson Square Garden em Nova Iorque.
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Coletivo Goma Oficina (Brasil)
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É um lugar de trabalho coletivo com atuação em seis frentes diferentes: intervenção urbana, arquitetura, cenografia, objeto, gráfico e multimídia.
O que caracteriza e dá unidade aos trabalhos do Goma é uma mesma abordagem dual para todas as frentes: conceitual e construtiva. O que buscamos é coerência entre o objetivo, através de discussões, e a factibilidade através da experimentação prática.
Integrantes: Caio Ramires, Fabrízio Lenci, João Wallig, Luís Fernando Truyts, Rodrigo Oliveira, Thomas Frenk e Vitor Pena.
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Coletivo URBANSCREEN (Alemanha)
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Este coletivo alemão é um dos mais importantes do mundo quando se trata de projeções outdoors.
Projeção em grande escala em superfícies urbanas – este é o campo de atuação do URBANSCREEN, que cria e produz instalações de mídia customizadas utilizando padrões artísticos e dispositivos estilizados, amplo conhecimento arquitetônico e um acabamento consistente e profissional: criando assim impressões diferenciadas e únicas.
Desde 2004 trabalha conceitos de mídia para a esfera pública dentro de uma rede dinâmica e diversa de artistas, arquitetos e especialistas técnicos. Fundado em 2008, o coletivo URBANSCREEN desenvolve os conceitos transformando-os em diálogos entre a arte e a comunicação urbana.
O ponto inicial de cada instalação é a arquitetura, ou mais genericamente falando, a superfície em que é projetada. O contexto espacial, a temática adicional do objeto e o contexto da realização interconectados tornam-se as forças diretrizes por trás da criação. Não é primordialmente uma provedora de serviços, mas sim produtores independentes que encaram cada projeto com uma mente aberta e inovadora.
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Coletivo ZoomB (Brasil)
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Com uma equipe multidisciplinar de VJs, arquitetos, engenheiros, programadores,artistas plásticos e músicos, ZoomB propõe soluções audiovisuais para um mundo em permanente revolução. Seus projetos fundem tecnologias e desenham novas experiências entre arte e técnica, expressão e informação, produto e processo, jogo e construção.
A imersão digital pode ser realizada de modo enriquecedor e, ao mesmo tempo, simples. Por isso, além da web, ZoomB utiliza outros meios de interação: instalações, objetos autônomos e performances ao vivo.
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