|




|
Goma Oficina: Instalação Cartão Postal SP
|
 |

|
|
|
Local: Fachada do CCBB-SP
→ Visualizar no Google Maps
A pixação de São Paulo é singular quando comparada a formas similares de expressão de outras cidades no mundo. Tanto por sua complexidade de organização quanto por sua execução estética, o pixo da cidade é um interessante objeto de estudo que, entretanto, passa desapercebido pela grande maioria dos paulistanos.
O presente trabalho do coletivo Goma Oficina procura salientar os aspectos complexos dessa forma de comunicação urbana e aproximar o cidadão comum desse mundo desconhecido e marginalizado. A questão não é criar juízos de valor, mas aproximar e dar densidade ao estudo de algo tão paulistano.
Por meio da apropriação da lógica interna do pixo, sua hierarquia simbólica e sua estética tipográfica, a intervenção propõe uma releitura do tema. Assim como outras formas de comunicação, a pixação de São Paulo evoluiu esteticamente. O objetivo aqui é salientar essa evolução e sua consequente adaptação contextual por meio da criação de novas “marcas” e “grifes” de diferentes estilos e épocas.
Essas “marcas” e “grifes” serão instaladas na fachada do edifício do CCBB, convidando o cidadão comum a se aproximar e entendê-las.
O suporte escolhido para a criação dessas novas “marcas” é o neon, material bastante interessante, uma vez que é capaz de executar as complexas curvas das tipografias e que tem uma luz vermelha para iluminar a fachada do CCBB e convidar o cidadão a ocupar as ruas do centro inclusive no período noturno.
∧ topo
|
|
|


|
ZoomB: Projeção Interativa CONEXÕES
|
 |

|
Local: Rua da Quitanda
→ Visualizar no Google Maps
O vazio, o nada e o desconhecido não foram inventados, mas percebidos pelo homem. O símbolo matemático para o zero surge após a escrita e após grandes civilizações já terem passado pela Terra. Na criação desse símbolo, matemática e filosofia se cruzam, tentando compreender o que chamamos de mistério, de início e de divino.
O zero representa o vazio, que é o constituidor do infinito. O espaço é tão cheio de vazio que podemos afirmar que planetas, astros e corpos não representam matéria calculável na imensidão do desconhecido.
Nossos corpos formados por um bilhão de moléculas carregam pequenos infinitos de vazio em cada uma das partículas. Somos formados de zeros flutuando numa imensidão nula.
A vida só é percebida nesse contraste, 0 e 1.
Para a matemática, todos os conjuntos vazios são iguais e é permissível falar de um único conjunto sem elementos. O vazio do micro e o do macro são o mesmo. Mas, assim como na música que pode ser definida como os espaços entre as notas, perceber o vazio requisita o cheio. E o centro da cidade de São Paulo, em específico, é repleto desses contrastes. A obra site-specific CONEXÕES busca criar um ambiente propício a essa observação. Sons dos extremos do espectro se relacionam com elementos geométricos simples, brancos e estroboscópios na criação de um espaço cheio e vazio ao mesmo tempo. Tempo percebido de maneira estranha. Ora dilatado, ora acelerado.
Os transeuntes não são convidados a participar da obra, mas o simples fato de caminharem pela rua da Quitanda já fornece o subsídio necessário à existência da instalação. Sem transeuntes, moradores, usuários ou espectadores, o trabalho CONEXÕES seria um amontoado de tecnologia; a vivência e experiência é vital. Trabalho e público se fundem na criação dessa arquitetura efêmera e, contudo, perceptível
∧ topo
|
|
|


|
Urbanscreen: Projeção Mapeada
|
 |

|
Local: Fachada da Prefeitura
→ Visualizar no Google Maps
Perdido na bela desordem de uma cidade.
20 milhões de pessoas entrelaçando suas histórias entre si.
Uma pedra eterna em um ambiente de constante mudança.
Imagine um edifício como uma pessoa, preso no destino de estar sempre no mesmo lugar. Uma rocha no mar, enquanto a vida diária flutua em torno dele como as ondas do oceano.
Emoções codificadas em padrão preto e branco sincronizadas pelo ritmo da vida urbana.
À beira do colapso, a arquitetura do prédio reflete a cor interior.
1° ato – Influência da cidade:
A cidade deixa marcas e se torna viva no interior do prédio. Pedaços da cidade refletem na superfície e explodem na fachada. Início dramático, isso acontecerá em preto e branco. Flashes de luz e sombra revelam os gráficos que começam a desconstruir o edifício em um ritmo conduzido pela trilha sonora.
2° ato – Escalada:
A batida e o ritmo da trilha levam a um clímax. Desconstrução de som e gráficos inserindo o caos, seguido por um vazio. Uma sequência poderosa que libera uma energia forte.
3° ato – Emerge da identidade:
O vazio é a respiração. Rostos das pessoas aparecem, em cores claras, mudança dentro e fora do foco. As pessoas são como o público e se movem lentamente, a fachada se reorganiza. O som levanta, cai a música e surge o vazio até que a identidade da fachada é revelada em sua arquitetura real.
A arte que o Urbanscreen produzirá para o festival Urbe – Mostra de Arte Pública em Janeiro de 2012 na fachada da Prefeitura é uma projeção site-specific e compreende o edifício como um ser animado.
O projeto foca no prédio no contexto de uma cidade poderosa e avassaladora como São Paulo.
A projeção objetiva descobrir e mostrar a energia que normalmente permanece invisível.
∧ topo
|
|
|


|
Felipe Sztutman: Instalação Cachoeira
|
 |

|
Local: Viaduto do Chá
→ Visualizar no Google Maps
Obra Cachoeira, criada em para o vale do Anhangabaú e viaduto do Chá, tem a intenção de repensar o espaço e sua história, recriando simbolicamente a memória do Córrego das Almas que passava pela região. Descreve um fluxo rápido e impactante, que nunca pára, como o volume de informações e pessoas que circulam pela cidade e muitas vezes transcende o ambiente fisico, tornando-se metafórico.
A obra poderá ser percebida durante o dia, mas atingirá seu impacto máximo durante a noite, criando uma narrativa espacial e virtual.
∧ topo
|
|
|
|
|


|
DOMA: Templo Geodésico Criptométrico
|
 |

|
|
|
Local: Vale do Anhangabaú
→ Visualizar no Google Maps
O projeto Templo Geodésico Criptométrico do coletivo argentino DOMA é uma instalação que evoca o absurdo e o simbólico como uma entidade geométrica. Forma um olhar irônico e pensativo sobre a religião e o momento histórico hoje. Utiliza-se de princípios de tecnologia análoga e visual para construir uma grande estrutura de formato geométrico. Será construído de forma que, durante o dia, refletirá ou provocará uma refração da iluminação natural gerando multivisões tanto para o público que o enxergar de fora como para quem visitar o interior; durante a noite, iluminado, possibilitará que pessoas o observem e, ao mesmo tempo, interajam através dele. Bonecos de resina ou manequins serão fixados na escada que dá acesso à obra, incentivando o fluxo de pessoas.
∧ topo
|
|
|
|
|
|
|